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Publicado em 23/04/2018 | por Vanessa Cosentino

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Você precisa de resiliência!

Vamos ser francos? Viver não é fácil. Pode ser um presente, mas vivemos muitas frustrações e desafios. Problemas no trabalho, família e saúde, além do trânsito, preocupações com o futuro… enfim, são vários o assuntos que podem te tirar do eixo e fazer as piores emoções aflorarem.

Porém, existe um tipo de pessoa que não se abala com facilidade, que segue por ai, nessa corrida de obstáculos quase que com um leve sorriso no rosto ou com uma expressão de tranquilidade. Você se pergunta: será que são monges, pessoas iluminadas por uma sabedoria Divina?

Nada disso, essas pessoas têm uma característica em comum, a resiliência. O termo “resiliente” refere-se aos materiais que, apesar de sofrerem uma pressão tremenda, conseguem retomar a sua forma original. Traçando um paralelo, pessoas resilientes são aquelas que, apresar de sofrerem uma enorme pressão (adversidades e frustrações), conseguem se recuperar e manter sua integridade psíquica.

E a boa notícia é que a resiliência também é uma habilidade que pode ser desenvolvida. Acompanhe 8 atitudes para você ser mais resiliente para encarar a vida com mais equilíbrio:

  1. Encare as mudanças como oportunidades.

O ser humano é um bichinho que não gosta de mudanças. Isso é uma herança de nossos antepassados pré-históricos. Mudanças eram sinal de perigo e em um ambiente onde tudo era muito ameaçador, descobrir padrões era muito importante. Porém, nos dias de hoje a mudança é uma constante e inevitável. E, portanto, é preciso rever a forma como você a encara. Para ser resiliente, procure as oportunidades ao invés de somente ameaças. Uma mudança é uma abertura para algo novo que pode ser muito positivo.

  1. Evite pensar que os problemas da sua vida são insuperáveis.

Quem nunca teve um problema que atire a primeira pedra! Se ao invés de “tudo bem”, as pessoas respondessem à pergunta “Tudo bem contigo?” com sinceridade, você teria uma bela noção de quantos problemas as pessoas enfrentam em suas vidas.

E essa informação não é para te desanimar, é para que você perceba que resolver problemas é parte imprescindível da vida. E que se você chegou até aqui é porque já superou muita coisa. Então, foco na sua habilidade de vencer os desafios e não na complexidade do “perrengue”.

  1. Divida grandes projetos em pequenas metas

Isso é muito comprovado. Eu mesma aplico essa técnica com meus clientes e seus olhos brilham. Quando encaramos um grande projeto, ele pode nos deixar confusos e descrentes com todas as suas etapas e desafios. Além de sabermos que a recompensa está no longo prazo.

Mas quando você realmente coloca as etapas no papel, percebe que é bem mais simples. Que basta avançar etapa por etapa até chegar no resultado final. E mais importante do que isso, comemore cada etapa, assim você antecipa parte da recompensa.

  1. Encare os erros como resultados

Essa é outra coisa que falo muito em meus processos de coaching, assuma o papel de um cientista que formula uma hipótese e sai a campo para testá-la. Se o resultado é o que ele queria, ótimo! Ele irá dar continuidade ao processo. Se o resultado for negativo, ele irá continuar do mesmo jeito, apenas mudando a hipótese, pois agora ele tem um resultado que refuta aquilo que ele havia pensado. E isso também é muito bom, porque permite que ele continue em outra direção, se aproximando da certeza. Com a sua vida é a mesma coisa, teste as suas hipóteses e transforme os erros em resultados que servirão para ajustar a sua rota.

  1. Conheça a ti mesmo

O autoconhecimento é a base para uma vida próspera, equilibrada e mais feliz. Faça cursos, faça terapia, coaching, dedique tempo para perceber as suas emoções diante das situações, enfim saia do automático e se conheça. Quanto mais você conhecer os seus mecanismos, maior a possibilidade de se manter resiliente e se adaptar às pressões.

  1. Exercite o auto perdão

Quantas vezes você se culpa por algo que fez e considera errado? Quantas vezes você fica repassando o ocorrido e dizendo para si mesmo que você não tem jeito ou que não vai conseguir tal coisa e etc?

E quando é que você faz a reparação de si mesmo? E perdoa aquele erro. Isso precisa tornar-se um hábito. Ter raiva de si mesmo é o mesmo que tomar veneno. Todos erram e todos somos criaturas imperfeitas. Mas assim como você perdoa o erro de que alguém que ama, deve perdoar os seus próprios erros. Ser resiliente é conseguir conviver com as suas próprias falhas. Ninguém é perfeito, nem você. E isso é pode ser um baita de um alívio.

  1. Cultive uma visão positiva de si mesmo

E já que você vai começar a se perdoar mais, aproveite para mudar a percepção de si mesmo, olhando, não apenas para os seus erros, mas também para os seus acertos. Somos todos feitos de luz e escuridão. Com certeza você tem uma luz que brilha para os outros. Aprenda a enxergá-la por si só.

  1. Pergunte-se: “qual a pior coisa que pode acontecer?”

Alguns filmes de terror usam uma tática de não mostrar o monstro (ou o vilão) logo de cara. Você ouve os seus grunhidos, vê sua sombra e os estragos que ele faz, porém o monstro em si demora para aparecer na tela. Por que? Porque quando ele surge, parte da graça (medo) desaparece. Ele não é assim tão assustador como na sua imaginação.

O mesmo ocorre com nossos desafios. Muitas vezes estamos morrendo de medo de fazer algo e nem pensamos nos porquês. O cenário ruim desconhecido parece ser muito pior do que ele realmente é. Quando você objetivamente pensa nesse pior cenário, ele perde um pouco do horror e você passa a saber contra o que está lutando, identifica recursos necessários e pode enxergar a solução.

Enfim, agora é praticar para tornar esses comportamentos um hábito e desenvolver a sua resiliência. E se falhar no começo? Você já sabe, perdoe-se e continue, com sua persistência, os novos comportamentos tornar-se-ão hábitos.

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Obrigada e abraço!

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Sobre o autor

Coach de carreira. Formada e Certificada pela Sociedade Brasileira de Coaching, vem se dedicando a orientar profissionais a reencontrarem a paixão em sua carreira e conquistarem mais realização e qualidade de vida. Não vive sem cinema e música. E recarrega as baterias na prática de Yoga.


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