Gastronomia tarik

Publicado em 05/10/2016 | por Tarik Juliani

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Prato da casa

O desejo de aprender e de conhecer sabores novos sempre fez parte de mim. Por isso, ao longo dos meus 30 anos, obtive muitas experiências gustativas e nutri um amor cada vez maior pela gastronomia – motivo pelo qual realizei o sonho de me tornar dono de um restaurante, que fica na cidade de Paulínia.

Nesta coluna, deixarei as impressões que tive dos lugares por onde passei. Se você gosta de comer e de aguçar seu paladar, siga para ver as dicas. Se você pretende abrir um negócio na área, aproveite para saber mais sobre coisas em que todos reparam, mas nem sempre conseguem expressar. E se você é da área, conheça um colega que quer conhecer e relatar o que se passa no imenso universo gastronômico.

A princípio, confesso ter ficado um pouco receoso com o convite para participar desta coluna. No entanto, aceitei o desafio e, por isso, me comprometo a ter todo o empenho necessário para que vocês, leitores, recebam sempre boas dicas e indicações gastronômicas.

Para finalizarmos os últimos detalhes da coluna, fomos ao Restaurante Labauna, no Paulínia Shopping. Não sou muito fã de restaurantes self-service, principalmente em shoppings, mas tive de encarar. Afinal, se vou escrever sobre gastronomia, nada como começar pela própria cozinha.

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A primeira impressão é a de um restaurante diferenciado, requintado mesmo, o que se comprova pela variedade de opções. E um dos motivos pelos quais me rendi deve-se ao fato de eu seguir uma dieta balanceada e acompanhada por nutricionista. Lá, pude escolher o que e quanto comer de cada coisa.

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Ao chegar nos pratos quentes, surge um problema: falta de espaço no prato. Mas consegui encaixar um pedaço do salmão que estava na churrasqueira – o churrasco no final do buffet é um teste de maturidade.

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O resultado foi um prato de 536g.

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Em geral, a comida é muito boa e bem apresentada – como dizem, “comemos com os olhos”. É ideal para quem está preocupado com a alimentação, tem alguma restrição alimentar ou simplesmente quer a agilidade de se servir de forma prática. Mas algumas das minhas cismas não poderiam passar em branco. A comida fica exposta, e isso pode prejudicar sua aparência. E há pessoas que não têm prática em se servir e derrubam a comida de um prato no outro, como batata frita no feijão, o que pode deixar o buffet com aparência de sujo, apesar do esforço para mantê-lo sempre limpo e organizado.

Outro ponto negativo foi a sobremesa: apenas um pudim (pago) e um doce de mamão como cortesia (uma delícia, por sinal). Essas poucas opções contrastam com o resto do restaurante. E, para os “formiguinhas”, doce é algo que faz falta.

Quanto ao preço, é justo, ainda mais pela quantidade de opções que se tem: mais de 15 tipos de salada, churrasco e diversos pratos quentes, com arroz integral, massas, frango, entre outros.

Apesar de estar falando do meu próprio restaurante, espero ter sido imparcial. Eu sou Tárik Juliani e, se você for ao Labauna, envie suas sugestões, críticas e elogios para: tarikao@gmail.com.

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E aqui agradeço e me despeço de vocês, prometendo trazer mais novidades toda semana, sempre às quintas-feiras.

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Sobre o autor

Empresário, não sabe se gosta de comer porque gosta de cozinhar ou se cozinha porque gosta de comer. Apaixonado por esportes e exercícios físicos. Adora também viajar, restaurantes, música e experimentar coisas novas. E nada com um bom vinho para acompanhar tudo isso!


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