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Publicado em 29/10/2018 | por Vanessa Cosentino

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O profissional do futuro

Especialistas e futurólogos estimam que os Países desenvolvidos sentirão os efeitos da nova revolução tecnológica em 04 anos, já os em desenvolvimento terão mais tempo para ser adaptarem, algo entre 8 e 10 anos. Porém, é inevitável pensarmos em como serão os empregos do futuro, quais competências serão exigidas dos profissionais e uma questão ainda mais inquietante, como concorrer com os robôs?

Se você acha que isso é assunto para filme de ficção científica, saiba que está enganado. Os robôs já tem substituído nossa mão de obra há tempos.

Tanto fábricas como as lavouras apresentam mão de obra de máquinas que substituíram o homem em atividades repetitivas e de risco. E o setor de serviços também vem sentindo esses efeitos, como: gravações que fazem todo o atendimento ao consumidor que liga para uma operadora ou banco e máquinas de autoatendimento, nas quais você pode comprar ingressos de cinema ou pagar o ticket de estacionamento, estão substituindo telefonistas e cobradores.

Já li sobre advogados robôs que terão acesso a uma infinidade de casos armazenados na nuvem e a partir dessa pesquisa serão capazes de realizar uma defesa ou acusação mais justa e inquestionável. E de acordo com os especialistas, 45% dos empregos já poderiam ser substituídos por máquinas, porém isso exige um grande investimento que ainda não podemos arcar.

Outro aspecto importante é que daqui 2 anos, 33% dos empregos serão algo novo e que ainda não existe. Portanto, a mudança constante é a única certeza. Esse texto não é para te desanimar, muito pelo contrário. A raça humana é mestra em adaptar-se e acredito que essa nova onda tecnológica será questão de adaptação. O quanto antes estivermos preparados, melhor.

E o que os robôs não fazem que nós fazemos melhor?

Para nossa sorte, por enquanto, eles não conseguem simular as emoções e portanto, não têm as habilidades ligadas a elas. Não são capazes de demonstrar empatia, realizar inovações (algo fora do script), liderar , agir de forma espontânea e gerar convencimento. Com intuito de sermos competitivos e agregarmos valor no mercado de trabalho é preciso investir em autoconhecimento, desvendar nossas emoções e saber colocá-las a nosso favor para encantar o cliente e o nosso contratante.

As emoções são conjuntos de reações corporais a estímulos (suor nas mãos, coração acelerado…) e os sentimentos são a tomada de consciência das emoções (paixão, alegria e medo). Pesquisas indicam que os contratantes hoje já avaliam mais questões comportamentais do que a experiência e o conhecimento. Portanto, mesmo nos dias atuais, desenvolver o equilíbrio emocional já é um diferencial entre os candidatos a uma vaga de emprego.

E para te ajudar nessa jornada, eu sugiro que você comece a reconhecer os seus sentimentos durante o dia, fazendo um simples exercícios, 3 vezes ao dia (manhã, tarde e noite) você vai parar um pouco o que está fazendo e pensar no que está sentindo. Esse exercício vai te colocar em contato com suas emoções, nomeá-las e depois o próximo passo é controlá-las. Com a prática você irá mapeando situações cotidianas que fazem com que sinta medo, raiva, desânimo e etc, e poderá criar mecanismos para colocar-se em estados emocionais mais positivos.

Para você refletir, você não é o sentimento que sente agora, você apenas está passando por ele. O que sentimos é passageiro e por isso pode ser alterado. Vamos nessa?  Coloque em prática e comece o exercício de autoconhecimento. Você vai precisar disso!

E para saber mais sobre esse tema, acesse o meu instagramfacebook  podcasts .

Abraços!

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Sobre o autor

Coach de carreira. Formada e Certificada pela Sociedade Brasileira de Coaching, vem se dedicando a orientar profissionais a reencontrarem a paixão em sua carreira e conquistarem mais realização e qualidade de vida. Não vive sem cinema e música. E recarrega as baterias na prática de Yoga.


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