Gastronomia tarik

Publicado em 28/10/2016 | por Tarik Juliani

0

No Prato do Vitorino

Novidade no Prato do Tárik: como todo bom cavaleiro tem o seu fiel escudeiro, terei o reforço de Daniel Pastore. Além de ser apaixonado por comida, comer e cozinhar, ele possui enorme talento para a fotografia e assinará os registros que aqui estiverem.

Iniciamos a nossa andança noturna no elegante e aconchegante Vitorino, localizado no térreo do Hotel Vitória em Paulínia. O restaurante é enorme, imponente e somos logo orientados a escolher um lugar. Fomos muito bem atendidos por Wesley, um dos simpáticos garçons, que prontamente nos trouxe o cardápio com a sua diversidade de entradas, saladas, massas, carnes, frutos do mar, porém com poucas opções. Percebe-se que o chef optou por uma linha mais generalista, com releituras de pratos tradicionais. Isto nos trouxe um pouco de dúvidas.

whatsapp-image-2016-10-26-at-10-32-07

whatsapp-image-2016-10-26-at-10-32-17

Como entrada foram servidos torradas e pães com uma manteiga aromatizada. Uma forma de amenizar um pouco a demora dos pratos. Gabriel, o souschef do restaurante, frisou que o preparo deles são todos na hora, com ingredientes frescos, o que justifica o tempo de espera. Bom, então vamos à batalha.

Decidimos, por bem, pedir dois pratos distintos para melhor avaliar o cardápio. Meu escudeiro encarou de frente um Filét au Poivre, que veio acompanhado por um risoto de parmesão que ele gentilmente me deixou provar. A carne estava muito macia, suculenta e no ponto solicitado (mal passado), acompanhado de um molho de pimenta verde muito bem equilibrado: pimenta, vinho e conhaque. O risoto estava muito saboroso e harmonizou bem com a carne e o molho, porém não estava tão “molhadinho”. Nada que comprometesse! Pela voracidade que o Daniel atacou, temi pela integridade do prato inclusive.

whatsapp-image-2016-10-28-at-17-04-21

Como bom apreciador de frutos do mar, a minha escolha foi uma Paella. Na apresentação já da pra ver que é uma magnífica releitura, que mantém o sangue quente espanhol, porém apresenta uma experiência aromática sensacional. Fui surpreendido! Chama a atenção o colorido do prato, por conta das ervas e das flores utilizadas. Estas são cultivadas organicamente no hotel. A apresentação  é feita em uma mini paellera, com tudo muito bem distribuído e muito saboroso. Meu caro Sancho não tinha muitos parâmetros para comparar, pois só havia comido uma vez em um fast food. Restou a ele somente avaliar: “se isto é uma paella, então o que eu comi não merecia este nome”. Foi tudo tão bom que não nos sobraram forças para travar batalha com a sobremesa. Porém não será nenhum sacrifício retornar à casa para este feito.

whatsapp-image-2016-10-26-at-10-32-03

Após o maravilhoso jantar, aproveitamos para conversar um pouco com o gerente do restaurante. Ele nos apresentou o espaço, que inclui a cozinha e a adega. Ambiente novo, limpo, combinando com o requinte do salão. Logo ao lado fica o Maria Azeitona: um lounge bar com um grande deck externo, ideal para uma reunião de negócios, ou aquele drink no final da tarde.

whatsapp-image-2016-10-26-at-10-32-15

Bom, encerramos a nossa visita satisfeitos e com a sensação de um delicioso dever cumprido. Espero que tenham gostado e convido vocês a irem lá conhecer. Dúvidas, sugestões ou críticas comentem abaixo ou envie mensagem para tarikao@gmail.com. Até a próxima!

Tags: , , , , , , , ,


Sobre o autor

Empresário, não sabe se gosta de comer porque gosta de cozinhar ou se cozinha porque gosta de comer. Apaixonado por esportes e exercícios físicos. Adora também viajar, restaurantes, música e experimentar coisas novas. E nada com um bom vinho para acompanhar tudo isso!


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Voltar para o Topo ↑